Noam Chomsky em 4 entrevistas

 

Noam Chomsky tornou-se um autor fundamental no que refere à linguística moderna, com a formulação teórica e o desenvolvimento do conceito de gramática transformacional, ou generativa, cuja principal novidade seria a distinção de dois níveis diferentes na análise das frases: por um lado, a “estrutura profunda”, conjunto de regras de grande generalidade a partir das quais seria gerada a “estrutura superficial” da frase.

Para aqueles que queiram conhecer melhor a obra e o pensamento de Noam Chomsky seguem abaixo algumas entrevistas do autor:

O conceito de linguagem

Roda Viva | 1996

TV Brasil

Globonews

Foucault-x-Chomsky-Debate-Online-Farofa-FilosoficaPara aqueles que gostaram deste post indicamos também o post “Foucault x Chomsky: Existe alguma coisa que seja inata à natureza humana? | Debate em vídeo”, para ver é só clicar aqui!

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Michel Foucault | Entrevista “Poder e saber”

Entrevista Poder e Saber | Michel Foucault*

  (Entrevistador)O interesse do público por suas obras aumentou consideravelmente no Japão nos últimos anos, pois, em seguida à tradução tão aguardada de As Palavras e as Coisas, saiu Vigiar e Punir, publicada há dois anos, e uma parte de A Vontade de Saber, que acaba de ser traduzida. Entretanto, há no meio intelectual japonês, mitos com relação ao autor que impossibilitam uma leitura objetiva de sua obra. Estes mitos veiculam três imagens falsas de sua personalidade, mas geralmente aceitas como verossímeis. O primeiro mito é o de um Foucault estruturalista, massacrando a história e o homem, sobre o qual lhe falei na entrevista anterior. O segundo é o de um Foucault como homem de método, mito que se espalhou no Japão após a tradução de A Arqueologia do Saber. É devido a esse livro que o acolhemos como uma espécie de criança prodígio da filosofia, que, depois de ter passeado pelo domínio suspeito da literatura, retornava a uma reflexão séria sobre o método. O terceiro mito é o de um Foucault contestador. As pessoas o têm como contestador devido ao fato de o senhor falar da prisão e dos presidiários. Espera-se então, igualmente, que a sua História da Sexualidade seja um livro de contestação… Estes mitos existem também na França?

(FOUCAULT) – Eles se espalharam na França, eles se espalharam também nos Estados Unidos. Eu recebi há dois dias um artigo, aliás, muito bem feito, de alguém que retomava sucessivamente meus diferentes livros em ordem cronológica e que os apresentava a meu ver com bastante objetividade, desde a “História da Loucura” até a “História da Sexualidade”. A imagem de cada um dos livros não era falsa, mas assim mesmo fiquei completamente pasmo, quando ao fim dessa apresentação o autor dizia: “Assim, vejam vocês, Foucault é um aluno de Lévi-Strauss, é um estruturalista, e seu método é inteiramente anti-histórico ou a-histórico!” Ora, apresentar a “História da Loucura”, apresentar “Nascimento da Clínica”, a “História da Sexualidade”, “Vigiar e Punir” como livros não históricos, eu não compreendo. Eu acrescentaria simplesmente que não houve sequer um comentador, nenhum, que notasse que, em “As Palavras e as Coisas” , que é tido como meu livro estruturalista, a palavra “estrutura” fosse usada pelo menos uma vez. Se ela é mencionada como citação, não é usada nenhuma vez por mim, nem mesmo o termo “estrutura” ou qualquer das noções que os estruturalistas empregam para definir seu método. É então um preconceito bastante espalhado. O mal entendido está em vias de se dissipar na França, mas diria honestamente que ele tem, apesar de tudo, suas razões de ser, porque muitas coisas que eu fazia não estavam, durante muito tempo, completamente claras para mim mesmo. É verdade eu procurei meu caminho em direções um pouco diferentes. Poder-se-ia, é claro, retraçar uma espécie de fio condutor. Meu primeiro livro era a história da loucura, quer dizer, um problema ao mesmo tempo de história do saber médico, de história das instituições médicas e psiquiátricas. Disso passei a uma análise da medicina em geral, em seguida ao estudo das ciências empíricas como a história natural, a economia política, a gramática. Tudo isso é uma espécie não digo de lógica, mas de progressão, por justaposição; entretanto, sob este desenvolvimento livre, mas apesar de tudo verossímil, havia algo que eu próprio não compreendia muito bem, que era no fundo: qual era a questão, como se diz em francês, que me perseguia. Durante muito tempo acreditei que eu era perseguido por um tipo de análise dos saberes e dos conhecimentos tais como eles podem existir em uma sociedade como a nossa: o que se sabe acerca da loucura, acerca da doença, o que se sabe do mundo, da vida? Ora, creio que esse não era meu problema. Meu verdadeiro problema é aquele que é, aliás, um problema atualmente de todo mundo, o do poder. Eu creio que é preciso se voltar ao que acontecia naquele momento, digamos, em 1955, pois foi por volta de 1955 que eu comecei a trabalhar. No fundo, havia duas grandes heranças históricas no século 20 que não haviam sido assimiladas, e para as quais não tínhamos instrumentos de análise. Estas duas heranças negras eram o fascismo e o stalinismo. Com efeito, o século 19 tinha encontrado como grande problema, o da miséria, o da exploração econômica, o da formação de uma riqueza, a do capital, a partir da miséria daqueles mesmos que a produziam.(CONTINUA…)

Para ler online a entrevista completa, ou baixá-la – CLIQUE AQUI!

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Murar o medo | Por Mia Couto – Texto em PDF + Vídeo

“Há quem tenha medo que o medo acabe…”

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Mia-Couto-Livros-para-download-em-PDFPara aqueles que gostaram deste post indicamos também o post Mia Couto | 19 livros em PDF, para download, para ver é só clicar aqui!

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“O poder, um animal magnífico” Entrevista Michel Foucault

O Poder, um magnífico animal*

Entrevista Michel Foucault

 [Entrevistador] – Como o senhor preparou seu primeiro livro? A partir de quais experiências?

 [Foucault] – Eu me formei filosoficamente numa atmosfera que era a da fenomenologia e a do existencialismo. Quer dizer, formas de reflexão que estavam ligadas, imediatamente às experiências vividas, eram alimentadas e nutridas por elas. E era no fundo, a elucidação desta experiência vivida o que constituía a filosofia, o discurso filosófico. Ora, sem que eu saiba ainda muito bem por que, se produziu naqueles anos, os anos 50, 60, 70, uma mudança apesar de tudo importante na reflexão teórica, tal como se desenvolvia na França, em particular: uma importância cada vez maior ligada à experiência imediata, vivida, íntima dos indivíduos. Em troca, uma importância crescente dada à relação das coisas entre si, em culturas diferentes das nossas, aos fenômenos históricos, aos fenômenos econômicos. Vejam como Lévi-Strauss foi importante, pelo menos na cultura francesa. Ora, se alguém está longe da experiência vivida, é justamente Lévi-Strauss, cujo objeto era precisamente a cultura o mais estranha possível da nossa. O mesmo com a importância da psicanálise, sobretudo a de tipo lacaniano, na França, que começou nessa mesma época. A que ela se deveu, senão justamente ao fato de que, nesta psicanálise, não era a experiência vivida que importava, não era isso que se tinha que elucidar, mas as estruturas do inconsciente, não da consciência. Então, eu me interessei por razões pessoais, biográficas, por este problema da loucura, e também eu não fiquei tentado em buscar elucidar no interior de minha consciência qual poderia ser a relação que eu tinha com a loucura ou com minha loucura, mas, pelo contrário, eu me apaixonei pelo problema do estatuto histórico, social, político da loucura em uma sociedade como a nossa. E isso de tal modo que fui imediatamente conduzido a utilizar o material histórico e, em vez de fazer introspecção, análise de mim mesmo, a análise de minha experiência vivida, me lancei de corpo e alma na poeira dos arquivos, tentei encontrar documentos, textos, testemunhos concernentes ao status da loucura.

[Entrevistador] – O senhor fala deste status da loucura no plano político, social, histórico. Como o senhor o percorreu na trajetória de sua pesquisa?

[Foucault] – A loucura foi cada vez mais medicalizada através de toda a história do Ocidente. Na Idade Média, certamente, se considerava certos indivíduos doentes do espírito ou da cabeça ou do cérebro. Mas era algo absolutamente excepcional. Em geral, o louco, o desviante, o irregular, o que não se comportava ou não falava como todo mundo, não era percebido como um doente. Foi aos poucos que se começou a ligar à medicina o fenômeno da loucura, a considerar que a loucura era uma forma de doença, no limite, que todo indivíduo, mesmo normal, era talvez doente na medida em que poderia ser louco. Essa medicalização é na realidade, um aspecto de um fenômeno mais amplo que é a medicalização geral da existência. Eu diria, muito esquematicamente, que o grande problema das sociedades ocidentais desde a Idade Média até o século 18 tem sido o direito, a lei, a legitimidade, a legalidade, e que com muito custo se conquistou uma sociedade de direito, o direito dos indivíduos, após todas as lutas políticas que sacudiram a Europa até o século 19; e justamente no momento em que se acreditava ou que os revolucionários franceses acreditavam ter atingido uma sociedade de direito, eis que algo ocorreu que eu justamente tento analisar, algo que fez com que entrássemos na sociedade da norma, da saúde, da medicina, da normalização que é nosso modo essencial de funcionamento agora. Veja o que se passa atualmente na justiça penal da maioria dos países europeus. Quando se precisa lidar com um criminoso, a questão é logo saber se ele não é louco, quais são os motivos psicológicos que o levaram a cometer seu crime, os problemas que teve na infância, as perturbações de seu meio familiar… Psicologiza-se também as coisas; psicologizá-las quer dizer medicalizá-las.

[Entrevistador] – O senhor fala da medicalização, não somente da loucura.

[Foucault] – Sim, e dos indivíduos em geral, da existência em geral. Veja, por exemplo…

(Continua…)

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Simone de Beauvoir | 2 Entrevistas em vídeo

Simone de Beauvoir (1908-1986) cursou filosofia na Sorbonne, foi professora no Liceu Janson-de-Sailly e colega de Merleu-Ponty e Claude Lévi-Strauss, mais tarde tornou-se docente em Paris, Marselha e Rouen. Em 1941 foi destituída do cargo pelo governo nazista. Durante a Segunda Guerra Mundial, Simone refletiu sobre os compromissos sociais e políticos dos intelectuais. Em seus textos, fez uma profunda análise de seu tempo e de sua própria vida, como em Memórias de uma moça bem comportada (1958) e A velhice (1970). Simone de Beauvoir também fez parte de um grupo de filósofos e escritores associados ao existencialismo, movimento que teria uma enorme influência na cultura europeia do século XX, com repercussões no mundo inteiro. Abaixo segue 2 entrevistas em vídeo para aqueles que queiram conhecer melhor a obra e o pensamento da autora:

Porque sou feminista | 1975

Rádio Canadense | 1959

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Simone de Beauvoir| Documentário e Livro “O segundo sexo” em PDF, para download, para ver CLIQUE AQUI!

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Como se exerce o poder? | Por Michel Foucault

Como se exerce o poder?

Michel Foucault.*

Para certas pessoas, interrogar-se sobre o “como” do poder seria limitar-se a descrever seus efeitos, sem nunca relacioná-los nem a uma causa nem a uma natureza. Seria fazer deste poder uma substância misteriosa que, sem dúvida, se evita interrogar em si mesma, por preferir não “colocá-la em questão”. Neste mecanismo, que não se explicita racionalmente, suspeita-se de um fatalismo. Mas sua desconfiança não nos mostra que elas supõem que o poder é algo que existe com sua origem, sua natureza e suas manifestações?

Se provisoriamente atribuo um certo privilégio à questão do “como”, não é que eu deseje eliminar a questão do quê e do porquê. É para colocá-las de outro modo; ou melhor: para saber se é legítimo imaginar um “poder” que reúne um quê, um porquê, e um como. Grosso modo, eu diria que começar a análise pelo “como” é introduzir a suspeita de que o “poder” não existe; é perguntar-se, em todo caso, a que conteúdos significativos podemos visar quando usamos este termo majestoso, globalizante e substantificador; é desconfiar que deixamos escapar um conjunto de realidades bastante complexo, quando engatinhamos indefinidamente diante da dupla interrogação: “O que é o poder? De onde vem o poder?” A pequena questão, direta e empírica: “Como isto acontece?”, não tem por função denunciar como fraude uma “metafísica” ou uma “ontologia” do poder; mas tentar uma investigação crítica sobre a temática do poder.

1. “Como” não no sentido de “Como se manifesta?”, mas “Como se exerce?”, “Como acontece quando os indivíduos exercem, como se diz seu poder sobre os outros?”

Deste “poder” é necessário distinguir, primeiramente, aquele que exercemos sobre as coisas e que dá a capacidade de modificá-las, utilizá-las, consumi-las ou destruí-las — um poder que remete a aptidões diretamente inscritas no corpo ou mediatizadas por dispositivos instrumentais. Digamos que, neste caso, trata-se de “capacidade”. O que caracteriza, por outro lado, o “poder” que analisamos aqui, é que ele coloca em jogo relações entre indivíduos (ou entre grupos). Pois não devemos nos enganar: se falamos do poder das leis, das instituições ou das ideologias, se falamos de estruturas ou de mecanismos de poder, é apenas na medida em que supomos que “alguns” exercem um poder sobre os outros. O termo “poder” designa relações entre “parceiros” (entendendo-se por isto não um sistema de jogo, mas apenas — e permanecendo, por enquanto, na maior generalidade — um conjunto de ações que se induzem e se respondem umas às outras).

É necessário distinguir também as relações de poder das relações de comunicação que transmitem uma informação através de uma língua, de um sistema de signos ou de qualquer outro meio simbólico. Sem dúvida, comunicar é sempre uma certa forma de agir sobre o outro ou os outros. Porém, a produção e a circulação de elementos significantes podem perfeitamente ter por objetivo ou por conseqüências efeitos de poder, que não são simplesmente um aspecto destas. Passando ou não por sistemas de comunicação, as relações de poder têm sua especificidade.

“Relações de poder”, “relações de comunicação”, “capacidades objetivas” não devem, então, ser confundidas… (Continua…)

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Michel Foucault, uma entrevista: sexo, poder e a política da identidade.

Michel Foucault, uma entrevista: sexo, poder e a política da identidade.

Michel Foucault.*

 — Você sugere em seus livros que a liberação sexual não é tanto o colocar em jogo as verdades secretas sobre si mesmo ou sobre seu desejo quanto um elemento do processo de definição e construção do desejo. Quais são as implicações práticas desta distinção?

Foucault —    O que eu gostaria de dizer é que, em minha opinião, o movimento homossexual tem mais necessidade hoje de uma arte de viver do que de uma ciência ou um conhecimento científico (ou pseudocientífico) do que é a sexualidade. A sexualidade faz parte de nossa conduta. Ela faz parte da liberdade em nosso usufruto deste mundo. A liberdade é algo que nós mesmos criamos — ela é nossa própria criação, ou melhor, ela não é a des coberta de um aspecto secreto de nosso desejo. Nós de- vemos compreender que, com nossos desejos, por meio deles, instauram-se novas formas de relações, novas for- mas de amor e novas formas de criação. O sexo não é uma fatalidade; ele é uma possibilidade de ascender a uma vida criativa.

 —    No fundo, é a conclusão à qual você chega quando diz que devemos experimentar tornar-nos gays e não nos contentar em reafirmar nossa identidade de homossexual.

Foucault —    Sim, é isto. Nós não devemos descobrir que somos homossexuais.

—    Nem descobrir o que isto queira dizer?

Foucault —    Exatamente, nós devemos, antes, criar um modo de vida gay. Um tornar-se gay.

—    E é algo sem limites?

Foucault —    Sim, claramente. Quando examinamos as diferentes maneiras pelas quais as pessoas têm vivenciado sua liberdade sexual… (CONTINUA…)

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Bertrand Russell | Entrevista em vídeo Face to Face – BBC

Entrevista concedida pelo filósofo Bertrand Russell (1872-1970) à BBC em 1959. Nela, Russell aborda várias questões importantes do ponto de vista pessoal e profissional.

 

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O Segundo Sexo 25 anos depois | Entrevista com Simone de Beauvoir

Entrevista concedida por Simone de Beauvoir a John Gerassi em 1976*

Nesta entrevista Simone de Beauvoir avalia os efeitos de seu livro O segundo Sexo 25 anos após sua publicação, discutindo as contribuições e limitações da obra no que se refere ao movimento feminista e à luta das mulheres como um todo, no entanto, outras questões importantes são abordadas: sua trajetória como filósofa, sua relação com Jean-Paul Sartre, os percalços do processo de pesquisa e escrita do livro, a consciência e a independência feminina, enfim, trata-se de uma rara oportunidade para conhecer melhor a obra e o pensamento da filósofa.


Gerassi — Já se passaram 25 anos desde que O Segundo Sexo foi publicado. Muitas pessoas, principalmente nos Estados Unidos, o consideram o início do movimento feminista contemporâneo. Você consideraria…

Beauvoir — Acho que não. O movimento feminista atual, que começou há uns cinco ou seis anos, não conhecia realmente o livro. Posteriormente, com o crescimento do movimento, algumas das líderes tiraram parte de sua fundamentação teórica do livro. Mas não foi O Segundo Sexo que desencadeou o movimento. A maior parte das mulheres que se tornaram ativas no movimento era muito jovem quando o livro foi lançado, em 1949-50, para serem influenciadas por ele. O que me lisonjeia, é claro, foi elas o terem descoberto mais tarde. Certamente algumas mulheres mais velhas — Betty Friedan, por exemplo, que dedicou The Feminine Mystique (A Mística Feminina) a mim — tinham lido O Segundo Sexo e talvez tenham sido influenciadas por ele de algum modo. Mas as outras, de forma alguma. Kate Millet, por exemplo, não me cita nenhuma vez em seu trabalho. Pode ser que elas tenham se tornado feministas pelas razões que eu explico em O Segundo Sexo; mas elas descobriram essas razões em suas experiências de vida, não em meu livro.

Gerassi — Você disse que sua própria consciência feminista surgiu da experiência de escrever O Segundo Sexo. Como você vê o desenvolvimento do movimento após a publicação do seu livro em termos de sua própria trajetória?

Beauvoir — Ao escrever O Segundo Sexo tomei consciência, pela primeira vez, de que eu mesma estava levando uma vida falsa, ou melhor, estava me beneficiando dessa sociedade patriarcal sem ao menos perceber. Acontece que bem cedo em minha vida aceitei os valores masculinos e vivia de acordo com eles. É claro, fui muito bem-sucedida e isso reforçou em mim a crença de que homens e mulheres poderiam ser iguais se as mulheres quisessem essa igualdade. Em outros termos, eu era uma intelectual. Tive a sorte de pertencer a uma família burguesa, que, além de financiar meus estudos nas melhores escolas, também permitiu que eu brincasse com as idéias. Por causa disso, consegui entrar no mundo dos homens sem muita dificuldade. Mostrei que poderia discutir filosofia, arte, literatura, etc., no “nível dos homens”. Eu guardava tudo o que fosse próprio da condição feminina para mim. Fui, então, motivada por meu sucesso a continuar, e, ao fazê-lo, vi que poderia me sustentar financeiramente assim como qualquer intelectual do sexo masculino, e que eu era levada a sério assim como qualquer um de meus colegas do sexo masculino. Sendo quem eu era, descobri que poderia viajar sozinha se quisesse, sentar nos cafés e escrever, e ser respeitada como qualquer escritor do sexo masculino, e assim por diante. Cada etapa fortalecia meu senso de independência e igualdade. Portanto, tornou-se muito fácil para mim esquecer que uma secretária nunca poderia gozar destes mesmos privilégios. Ela não poderia sentar-se num café e ler um livro sem ser molestada. Raramente ela seria convidada para festas por seus “dotes intelectuais”. Ela não poderia pegar um empréstimo ou comprar uma propriedade. Eu sim. E pior ainda, eu costumava desprezar o tipo de mulher que se sentia incapaz, financeiramente ou espiritualmente, de mostrar sua independência dos homens. De fato, eu pensava, sem dizê-lo a mim mesma, “se eu posso, elas também podem”. Ao pesquisar e escrever O Segundo Sexo foi que percebi que meus privilégios resultavam de eu ter abdicado, em alguns aspectos cruciais pelo menos, à minha condição feminina. Se colocarmos o que estou dizendo em termos de classe econômica, você entenderá facilmente. Eu tinha me tornado uma colaboracionista de classe. Bem, eu era mais ou menos o equivalente em termos da luta de sexos. Através de O Segundo Sexo tomei consciência da necessidade da luta. Compreendi que a grande maioria das mulheres simplesmente não tinha as escolhas que eu havia tido; que as mulheres são, de fato, definidas e tratadas como um segundo sexo por uma sociedade patriarcal, cuja estrutura entraria em colapso se esses valores fossem genuinamente destruídos. Mas assim como para os povos dominados econômica e politicamente, o desenvolvimento da revolução é muito difícil e muito lento. Primeiro, as mulheres têm que tomar consciência da dominação. Depois, elas têm de acreditar na própria capacidade de mudar a situação. Aquelas que se beneficiam de sua “colaboração” têm que compreender a natureza de sua traição. E, finalmente, aquelas que têm mais a perder por tomar posição, isto é, mulheres que, como eu, buscaram uma situação confortável ou uma carreira bem-sucedida, têm que estar dispostas a arriscar sua situação de segurança — mesmo que seja apenas se expondo ao ridículo — para alcançar respeito próprio. E elas têm que entender que suas irmãs que são mais exploradas serão as últimas a se juntarem a elas. Uma esposa de operário, por exemplo, é menos livre para se juntar ao movimento. Ela sabe que seu marido é mais explorado do que a maioria das líderes feministas e que ele depende de seu papel de mãe/dona-de-casa para sobreviver. De qualquer forma, por todas essas razões, as mulheres não se mobilizaram. Ah sim, houve alguns pequenos movimentos bem interessantes, bem inteligentes, que lutaram por promoções políticas, pela participação das mulheres na política, no governo. Eu não me refiro a esses grupos. Então veio 1968 e tudo mudou. Sei que alguns eventos importantes aconteceram antes disso. O livro de Betty Friedan, por exemplo, foi publicado antes de 1968. Na verdade, as mulheres norte-americanas já estavam se mobilizando nessa época. Elas, mais do que ninguém, e por razões óbvias, estavam cientes das contradições entre as novas tecnologias e o papel conservador de manter as mulheres na cozinha. Com o desenvolvimento da tecnologia — tecnologia como poder do cérebro e não dos músculos — a lógica masculina de que as mulheres são o sexo frágil e, por isso, devem representar um papel secundário não pôde mais ser sustentada. Como as inovações tecnológicas eram muito difundidas nos Estados Unidos, as mulheres norte-americanas não escaparam às contradições. Foi, portanto, natural que o movimento feminista tivesse seu maior ímpeto no coração do capitalismo imperial, ainda que esse ímpeto tenha sido estritamente econômico, isto é, a reivindicação por salários iguais, trabalhos iguais. Mas foi dentro do movimento anti-imperialista que a verdadeira consciência feminista se desenvolveu. Tanto no movimento contra a Guerra do Vietnã nos EUA quanto logo depois da rebelião de 1968 na França e em outros países europeus, as mulheres começaram a sentir seu poder. Ao compreender que o capitalismo leva necessariamente à dominação dos povos pobres em todo o mundo, milhares de mulheres começaram a aderir à luta de classes — mesmo quando não aceitavam o termo “luta de classes”. Elas se tornaram ativistas. Elas aderiram às marchas, às demonstrações, às campanhas, aos grupos clandestinos, à militância de esquerda. Elas lutavam, tanto quanto qualquer homem, por um futuro sem explorações, sem alienações. Mas o que aconteceu? Nos grupos ou organizações a que aderiram, elas descobriram que, assim como na sociedade que tentavam combater, também eram tratadas como o segundo sexo. Aqui na França, e eu me arrisco a dizer também nos EUA, elas perceberam que os líderes eram sempre os homens. As mulheres se tornavam datilógrafas e serviam café nesses grupos pseudo-revolucionários. Bom, eu não deveria dizer pseudo. Muitos dos participantes desses movimentos eram revolucionários genuínos. Mas tendo sido treinados, educados e moldados em uma sociedade patriarcal, estes revolucionários trouxeram esses valores para o movimento. Compreensivelmente, estes homens não iriam abrir mão desses valores voluntariamente, assim como a classe burguesa não abrirá mão de seu poder voluntariamente. Dessa forma, assim como cabe ao pobre tomar o poder do rico, também cabe às mulheres tirar o poder dos homens. E isso não quer dizer que, por outro lado, elas devam dominar os homens. Significa estabelecer igualdade. Assim como o socialismo, o verdadeiro socialismo, estabelece igualdade econômica entre todos os povos, o movimento feminista aprendeu que ele teria que estabelecer igualdade entre os sexos tirando o poder da classe que liderava o movimento, isto é, dos homens. Colocando em outros termos: uma vez dentro da luta de classes, as mulheres perceberam que a luta de classes não eliminava a luta de sexos. Foi nesse ponto que eu mesma tomei consciência do que acabei de dizer. Antes disso, estava convencida de que a igualdade entre homens e mulheres só era possível com a destruição do capitalismo e, portanto — e é esse “portanto” que é uma falácia — nós temos que lutar primeiro a luta de classes. É verdade que a igualdade entre homens e mulheres é impossível no capitalismo. Se todas as mulheres trabalharem tanto quanto os homens, o que acontecerá com essas instituições das quais o capitalismo depende, instituições como igreja, casamento, exército, e os milhões de fábricas, lojas, etc. que dependem de trabalho de meio-expediente e mão-de-obra barata? Mas não é verdade que a revolução socialista estabelece necessariamente a igualdade entre homens e mulheres. Dê uma olhada na União Soviética ou na Tchecoslováquia, onde (mesmo se nós estivermos dispostos a chamar esses países de “socialistas”, e eu não estou) há uma confusão profunda entre emancipação do proletariado e emancipação da mulher. De alguma forma, o proletariado sempre termina sendo constituído de homens. Os valores patriarcais permaneceram intactos, tanto lá quando aqui. E isso — essa consciência entre as mulheres de que a luta de classes não engloba a luta de sexos — é que é novo. A maioria das mulheres sabe disso agora. Essa é a maior conquista do movimento feminista. É a que vai alterar a história nos próximos anos…

(Continua…)

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simone de beuavoir documentárioPara quem gostou desta entrevista, indicamos também o post “Documentário Simone de Beauvoir + Livro “O Segundo Sexo”, para ver clique aqui!

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Félix Guattari “A filosofia é fundamental à existência humana”| Entrevista em vídeo

A entrevista foi realizada por Antoine Spire, Michel Field e Emmanuel Hirsch, para o  Programa “Grandes Entrevistas”  em 1989, nela Félix Guattari fala sobre seu percurso como psicanalista/filósofo, sobre as polêmicas que ocorreram a partir da publicação em 1972 do livro “O Anti-Édipo: Capitalismo e Esquisofrenia” de Gilles Deleuze e sobre vários outros assuntos, como a questão do racismo na França, traçando um importante panorama sobre a sociedade francesa contemporânea. Trata-se de uma ótima oportunidade para aqueles que queiram conhecer melhor o pensamento do filósofo.

Obs.: Para uma melhor visualização, mude a qualidade do vídeo na opção “Detalhes”, botão localizado na mesma barra de rolagem que o “Play” coloque a qualidade em 360p.

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Foucault x Chomsky: Existe alguma coisa que seja inata à natureza humana? | Debate em vídeo

O tema central do debate é a natureza humana, nele Chomsky e Foucault discorrem sobre os vários desdobramentos que o tema proporciona. Mais de 40 anos depois, é possível constatar que muitas das questões levantadas ainda aguardam respostas…

O debate aconteceu em 1971, foi promovido por uma TV holandesa e conduzido por Fons Elder, um ótimo mediador. O tema central da discussão é a natureza humana e sua abordagem acontece a partir de duas perspectivas centrais, num primeiro momento sob o ponto de vista epistemológico e, num segundo momento sob o ponto de vista político.

Nestas duas perspectivas, Michel Foucault e Noam Chomsky demonstram as divergências e as semelhanças de seus pensamentos, trata-se de uma ótima oportunidade para conhecer melhor os dois debatedores.

Para aqueles que gostaram deste post, indicamos os posts abaixo:

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Chomsky-Documentarios-Online-Farofa-Filosofica“Comsky & Cia” | Documentário sobre Noam Chomsky, para ver é só clicar aqui!

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O que é um ato de criação? Gilles Deleuze

Vídeo conferência na Fundação Européia de Imagem e Som


Trata-se da conferência proferida no “Mardis de la Fondation” (Fundação Européia de Imagem e Som) em março de 1987. Nela, durante 50 minutos, Gilles Deleuze levanta algumas questões relacionadas ao ato de “fazer cinema”, de criar… Sem deixar de relacionar essas questões com a filosofia, com o “fazer filosofia”…

Trata-se de uma boa oportunidade para conhecer melhor o autor em um vídeo raro e com uma qualidade de imagem também rara para época.

gilles-deleuze-18-livros-para-download-gratuito-Farofa-Filosofica

Para aqueles que gostaram deste post, indicamos também o post “Deleuze | Bibliografia em PDF: 18 livros para download”, para ver é só clicar aqui!

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Carl Gustav Jung | Entrevistas

Carl Gustav Jung (1875 – 19610) psiquiatra e escritor, rompeu com o mestre, Sigmund Freud, em 1913. Discordava da excessiva importância que Freud dava aos aspectos sexuais em sua análise do comportamento humano. Introduziu o conceito de inconsciente coletivo, conjunto de experiências da humanidade acumuladas no curso do tempo, que se manifestam em um número reduzido de imagens e arquétipos. Propôs uma tipologia de formas psíquicas da personalidade, baseada na introversão e na extroversão. Entre suas obras destacam-se Psicologia do inconsciente (1942) e Desenvolvimento da personalidade (1967).

Para aqueles que queiram conhecer melhor o autor, trazemos duas entrevistas:

Face to face / BBC / Outubro de 1959

Trata-se de uma entrevista realizada por Jonh Freeman na residência de Jung, na cidade de Zurique, Suíça, em outubro de 1959. A entrevista acontece num tom um tanto intimista e Jung fala sobre diversos assuntos, incluindo sua relação com Freud, destacando o início da amizade entre os dois e os motivos pelos quais aquela amizade, do seu ponto de vista, jamais poderia durar.

Produção: BBC | Ano: 1959 | Duração: 39 min.

 


Entrevista – Agosto de 1957

O vídeo tem duração de 1 hora e 17 minutos e é composto por trechos selecionados pelo Dr. Merril Berger da entrevista concedida por Carl Gustav Jung, entre os dias 5 e 8 de agosto de 1957, em Zurique, Suiça, ao Dr. Richard I. Evans, do Departamento de Psicologia da Universidade de Houston. Jung fala sobre sua parceria com Sigmund Freud, sobre os insights que teve ouvindo os sonhos dos seus pacientes, e sobre questões de sua própria vida.

 

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Zygmunt Bauman

Zygmunt Bauman / Entrevistas em vídeo + PDF do livro “Amor Líquido”

2 Entrevistas: Fronteiras do Pensamento  – 2011 (30min) e Observatório de Imprensa – 2015 (52min) +  Livro “Amor Líquido” em PDF

A modernidade, para Bauman, pode ser definida como um período de liquidez, de volatilidade, de incerteza e insegurança, em que o período anterior, denominado pelo autor como modernidade sólida, seria “substituído” pela lógica do consumo, do gozo e da artificialidade imediatos. Logo, a noção de fluidez e liquidez que marcam a contemporaneidade se manifestam no cotidiano em diversos contextos, como por exemplo, nas relações de trabalho, nos relacionamentos afetivos, na maneira como as identidades se constroem, etc. Assim, para entender melhor estes e outros conceitos, separamos duas entrevistas e o livros Modernidade Líquida para download em PDF:

Livro:

  • Para fazer o download do livro “Amor Líquido” – CLIQUE AQUI!

Entrevistas:

  • Entrevista Fronteiras do Pensamento  – 2011 (30min)

Bauman reflete sobre a individualização da sociedade contemporânea em entrevista exclusiva concedida a Fernando Schüler e Mário Mazzilli na Inglaterra.

  • Entrevista Observatório de Imprensa – 2015 (52min)

Bauman é entrevistado por Alberto Dines e discorre sobre seus principais conceitos de forma bastante clara, democracia, laços sociais, comunidade, rede, pós-modernidade, dentre outros tópicos são abordados.

bauman-bibliografia-em-pdf-download-gratuito

Para aqueles que queiram conhecer melhor a obra e o pensamento do sociólogo Zygmunt Bauman, indicamos o post “Bauman | Bibliografia em PDF: 11 livros para download“, para ver é só clicar aqui!

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